Ensaiada: o Bahia não é feito só de suas boas intenções

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Quando o domingo acabou, o Brasileirão tinha um déficit de dois jogos — o Botafogo 0 x 1 Palmeiras, que passará por julgamento até ter seu resultado novamente homologado, e o Corinthians x Goiás, adiado. Mas já há perguntas que persistem: a mais óbvia é quando o Palmeiras sacramentará o título. Já se foram sete rodadas e só agora Weverton foi buscar a segunda bola na rede. 

A segunda é até quando Vasco (em 20º lugar) e Grêmio (em 18º) vão usar as palavras “normal” e “cedo” para explicar suas posições. Mas o último jogo do fiasco de Renato Gaúcho trouxe uma terceira indagação: o que o Bahia, por ora em sexto, merecerá alcançar?

Era fácil conceber um nordestino com boa campanha neste ano: a marca recorde de quatro times da região nos pontos corridos (Bahia, Ceará, Fortaleza e CSA) ofereceria a oportunidade de viajar menos quilômetros e talvez canibalizar coirmãos ao som do forró. Só que o Bahia já é sexto sem sequer ter enfrentado seus vizinhos.

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