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Brasil termina Jogos de Tóquio com 150 medalhas em Olimpíadas; veja histórico

Com as medalhas de prata de Beatriz Ferreira e do vôlei feminino nesta domingo (8), o Brasil termina as Olimpíadas de Tóquio com o melhor desempenho de sua história nos Jogos, seja em conquistas ou em posição no quadro de medalhas.

A delegação brasileira conquistou 21 medalhas em Tóquio, duas a mais do que quando o país foi sede da Rio-2016. No ranking, o aumento em relação ao desempenho em casa foi de uma posição, passando de 13º para 12. Veja como ficou o quadro de medalhas geral de Tóquio.

Com as medalhas de prata de Beatriz Ferreira e do vôlei feminino nesta domingo (8), o Brasil termina as Olimpíadas de Tóquio com o melhor desempenho de sua história nos Jogos, seja em conquistas ou em posição no quadro de medalhas.

A delegação brasileira conquistou 21 medalhas em Tóquio, duas a mais do que quando o país foi sede da Rio-2016. No ranking, o aumento em relação ao desempenho em casa foi de uma posição, passando de 13º para 12. Veja como ficou o quadro de medalhas geral de Tóquio.

Ao todo, foram 7 ouros, 6 pratas e 8 bronzes. O número de ouros e pratas se iguala aos recordes anteriormente estabelecidos em 2016 (ouros e pratas) e 2000 (pratas). 

Positivamente, o Brasil aproveitou a adição de esportes em que é forte. Os novatos surfe e skate deram quatro medalhas ao país – Italo Ferreira no surfe; Kelvin Hoefler, Rayssa Leal e Pedro Barros no skate.

Destaques positivos também para Rebeca Andrade, que conquistou o primeiro ouro da ginástica feminina brasileira, levou também uma prata e ainda esteve em uma terceira final. Alison dos Santos voltou a colocar o Brasil no pódio de uma prova de pista no atletismo desde 1986.

O boxe brasileiro também fez bonito em Tóquio, levando três medalhas. Hebert Conceição foi ouro com um nocaute que ficará marcado na história das Olimpíadas, enquanto Bia Ferreira e Abner Teixeira foram prata e bronze, respectivamente, após bons desempenhos no torneio.

Negativamente, o vôlei teve um desempenho abaixo do normal. Após um ciclo conturbado, chegando com apenas Agatha e Duda entre principais favoritas, o país não subiu ao pódio no vôlei de praia pela primeira vez na história. O vôlei de quadra masculino terminou em quarto lugar, mas de uma forma melancólica, com atuações ruins na semifinal e na disputa pelo bronze.  

O judô, que historicamente é uma boa fonte de medalhas, foi abaixo do esperado, mas após um ciclo complicado e com circunstâncias específicas. Maria Suelen não pode lutar a repescagem após sofrer lesão, Rafael Silva “Baby” não parecia recuperado de uma lesão que aconteceu no Mundial e Maria Portela teve uma derrota bastante questionável. Além disso, Rafaela Silva foi suspensa por testar positivo em um exame realizado nos Jogos Pan-Americanos de Lima, em 2019. 

Confira as 21 medalhas do Brasil em Tóquio:

  • Ouro: Ítalo Ferreira (surfe), Rebeca Andrade (ginástica, trave), Martine Grael e Kahena Kunze (vela, 49er FX), Ana Marcela Cunha (maratona aquática), Isaquias Queiroz (canoagem), Hebert Conceição (boxe), futebol masculino
  • Prata: Kelvin Hoefler, Rayssa Leal (skate street), Rebeca Andrade (ginástica, individual geral), Pedro Barros (skate park), Beatriz Ferreira (boxe), vôlei feminino
  • Bronze: Mayra AguiarDaniel Cargnin (judô), Fernando Scheffer e Bruno Fratus (natação), a dupla Laura Pigossi e Luisa Stefani (tênis), Alison dos Santos (atletismo) e Thiago Braz (atletismo), Abner Teixeira (boxe)
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