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Seis ramos do comércio baiano tiveram alta; vestuário/calçados foi destaque

Vendas em supermercados e móveis/eletrodomésticos recuaram em julho no comparativo com o mesmo mês do ano passado

Foto: Fotos Públicas

Seis dos oito ramos do varejo baiano tiveram alta nas vendas em julho, no comparativo com o mesmo mês do ano passado. A maior expansão ocorreu no segmento de tecidos, vestuário e calçados (114,8%). Em 2020, julho foi marcado pelo começo da reabertura das atividades após a primeira onda da pandemia de Covid-19. No geral considerando todos os setores, o varejo do estado cresceu 6,6% frente ao mesmo mês do ano passado. Os dados são da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC/IBGE).

Em recuperação desde abril, outros artigos de uso pessoal tiveram a segunda maior alta (50,6%) e a segunda principal contribuição para o resultado geral do varejo baiano em julho. A atividade, que concentra as vendas dos grandes varejistas on-line, apresentou seu quinto crescimento consecutivo.

Os dois segmentos do varejo restrito baiano em queda, em julho, foram os de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-8,1%, principal influência para baixo no resultado geral do setor) e móveis e eletrodomésticos (-19,6%).

Atividade de maior peso no comércio na Bahia, os supermercados tiveram, em julho, seu nono resultado negativo consecutivo, conforme o IBGE.

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