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Varejo baiano tem quarto mês consecutivo de resultado positivo

Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

Pelo quarto mês consecutivo, as vendas no comércio varejista baiano registraram resultados positivos. Julho de 2021 teve um crescimento de 6,6% em relação a igual mês do ano passado. No cenário nacional, a expansão nos negócios foi de 5,7%, na mesma base de comparação.

Os dados, analisados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia vinculada à Secretaria do Planejamento, foram apurados pela Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

“Tivemos uma taxa positiva de 10% no acumulado do ano, o maior registrado para o período desde 2012. O avanço da imunização e o menor receio da pandemia, fizeram os consumidores voltarem a aquecer o varejo. Vale ressaltar ainda que a alta nas vendas dinamizam o mercado de trabalho. Segundo Caged, nos sete primeiros meses do ano, a Bahia teve um saldo positivo de mais de 81 mil novas vagas de empregos formais, sendo líder na região Nordeste”, comenta o vice-governador João Leão, secretário do Planejamento.

“Crescer 6,6% após um longo período restritivo, é um crescimento tamanho G. Estamos no quarto mês consecutivo com resultados positivos e isso mostra a força desta atividade econômica na geração de receita para o estado e municípios. Através da nossa Diretoria de Comercio e Serviço vamos dialogando com nossos setores produtivos para fortalecer os números do crescimento ainda mais. ressalta Nelson Leal, secretário de Desenvolvimento Econômico.

Seis dos oito segmentos que compõem o indicador do volume de vendas registraram comportamento positivo em julho de 2021, quando comparados aos de julho de 2020. O crescimento nas vendas foi verificado nos segmentos de tecidos, vestuário e calçados (114,8%), outros artigos de uso pessoal e doméstico (50,6%), equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (33,1%), artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (11,6%), livros, jornais, revistas e papelaria (9,7%), e combustíveis e lubrificantes (9,3%).

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