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‘Não dá para fazer eleição neste momento’, defende Léo Prates

Secretário de Saúde de Salvador não vê ambiente social e econômico e propõe pleito unificado em 2022

Deputado licenciado, o secretário municipal de Saúde de Salvador, Léo Prates, defendeu, em vídeos nas redes sociais, o adiamento das eleições municipaís para 2022. Para o político – que saiu do DEM e se filiou este ano ao PDT -, não há ambiente social para a realização da votação.

“A democracia é o segundo maior valor que nós temos. O primeiro é a vida”, ressaltou, nas postagens. “Democracia rima com alegria. Qual a alegria nós teremos?”. Para o secretário, os recursos  usados para custear as eleições deverão ser destinados ao enfrentamento da pandemia e na recuperação econômica.

Na próxima terça-feira (23), o Senado deve votar a Proposta de Emenda à Constituição que adia o primeiro turno de votação. O mais provável é que a data mude de 4 de outubro para 15 de novembro. A matéria, caso aprovada, terá que passar ainda na Câmara dos Deputados.

Para Léo Prates, que já foi vereador, os 45 dias de campanha vão inevitavelmente provocar aglomerações.”Na eleição municipal, para se ter uma ideia, teremos em Salvador cerca de mil candidatos a vereador. Cada candidato faz em média, de cinco a 12 reuniões (diárias)”, argumentou.

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