UFC 213

McGregor garante que só retorna ao UFC se virar co-promotor

Irlandês ainda revelou que organização está ‘desesperada’ para colocá-lo em ação ainda em 2017

Logo após protagonizar um dos maiores eventos da história dos esportes, Conor McGregor revelou ter algumas exigências para oficializar seu retorno ao UFC. O campeão peso leve tem diversas opções dentro e fora do MMA para seu próximo combate e precisa que o Ultimate faça certas concessões para atraí-lo de volta ao octógono. E a principal delas é colocá-lo como co-promotor de suas próprias lutas.

Em entrevista a jornalistas reproduzida pelo site britânico Severe MMA, McGregor falou sobre as condições que impôs ao Ultimate sobre seu retorno e admitiu que a organização quer que ele volte antes do fim de 2017.

“Eu fui um dos promotores da superluta contra Floyd Mayweather e agora estamos na fase de negociações para meu retorno ao UFC. Mas não entro no octógono se não for parte de todo o sistema, se eu não for o co-promotor da minha luta (…) Eles (novos donos do UFC) querem que eu volte antes do fim do ano para ajudá-los a acabar com a dívida feita para que eles pudessem comprar o UFC e estou aqui vendo e revendo os tipos de guerras pelas quais passei e, pensando aqui, que preciso ser paciente. Não tenho pressa. Estou em uma excelente posição. Estou no nível de ter dinheiro para sempre. Ainda estão contando quanto eu ganhei, então estou bem”, revelou McGregor.

O irlandês falou antes da estreia do documentário “Notorious” que o acompanhou desde o começo de sua trajetória no UFC até a superluta com Floyd Mayweather, passando pelos nocautes diante de Chad Mendes e José Aldo, a derrota e a vingança diante de Nate Diaz e a vitória sobre Eddie Alvarez, que o deixou com dois cinturões do UFC ao mesmo tempo, feito nunca antes alcançado.

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