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Ibama na Bahia mudará de sede e gerará economia de 70% ao Estado

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama) terá nova sede na Bahia, passando a ocupar parte do prédio do Banco Central, na Avenida Paralela, em Salvador. O edifício, um dos mais modernos da administração federal em todo o País, também será ocupado pela Agência Nacional de Saúde Complementar (ANS) e Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).

A medida, uma das primeiras no âmbito da União em todo o Brasil, atende à diretriz do governo de racionalização do Estado, um dos objetivos da reforma administrativa em curso. Os quatro órgãos envolvidos no compartilhamento do espaço, superando dificuldades burocráticas, estão viabilizando uma solução inovadora e apontando um caminho, em um exemplo da Bahia para o País.

Rodrigo Alves, superintendente do Ibama no Estado, revela que o novo local propiciará economia de 70% e gerará disponibilidade orçamentária de 50%, a ser aplicada na melhoria e ampliação das operações. “Estamos transformando prejuízo e custeio em investimento nas atividades-fim, ou seja, aprimorando os serviços e o atendimento às nossas atribuições, em sintonia com as atuais diretrizes do Ministério do Meio Ambiente, ao qual o Ibama é vinculado”.

O dirigente, que tem origem e trajetória na iniciativa privada, explica que o Ibama tinha sede própria na Bahia, cujas condições eram precárias. Por isso, alugou-se um imóvel para reformar o velho. Passaram-se 12 anos e o provisório foi se transformando em definitivo, ressalta, observando: “Porém, o prédio é absolutamente inadequado. Tem problemas de infiltração, sistema elétrico incompatível com as demandas atuais de energia e se localiza em local de elevada criminalidade, a área Nordeste de Amaralina, exigindo segurança armada 24 horas por dia. Ademais, seria preciso atender com urgência às corretas exigências técnicas que o Corpo de Bombeiros está fazendo”.

Todos esses problemas geram despesas muito elevadas, que, somadas ao aluguel, IPTU, contas de água e de luz e limpeza, estão gerando déficit orçamentário anual de 15%. Por isso, a regional do Ibama estava procurando uma solução desde julho de 2019, que se viabilizou com a divisão do espaço do BC pelos organismos federais. “Com a mudança, deixaremos de gastar dinheiro público com intermináveis consertos e manutenção onerosa e passaremos a compartilhar as despesas básicas de custeio com outros três órgãos”, pondera Rodrigo Alves.

Além disso, haverá melhoria significativa das condições de trabalho. O prédio tem auditório para 200 pessoas, com tradução simultânea e estrutura para eventos internacionais, agência do Banco do Brasil no térreo, eficaz serviço de segurança, restaurante, refeitório, bicicletário, vestiário, área de convivência e descanso e espaço para interação criativa dos recursos humanos. Amplia-se a sinergia entre os funcionários e com outros órgãos públicos, considerando que a velha sede alugada fica muito distante de tudo e tem divisões internas inadequadas para a interação profissional.

“A alternativa de se construir um edifício próprio é inviável, pois não há recursos financeiros. Com a nova sede, em prédio supermoderno e condizente com a atividade do Ibama de defesa do meio ambiente, pois é sustentável, com coleta e aproveitamento de água de chuva e energia solar, estamos economizando, melhorando as operações, oferecendo boas condições de trabalho e respondendo melhor às expectativas da sociedade quanto à eficiência e racionalização do setor público”, conclui Rodrigo Alves.

A mudança já foi autorizada pelos ministérios da Economia e do Meio Ambiente e deverá acontecer em breve trazendo mais segurança, qualidade e eficiência a todos.

Fonte: Ricardo Viveiros & Associados — Oficina de Comunicação

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