Contra o Palmeiras, Bahia tenta quebrar jejum que dura 31 anos

Tricolor não vence o time paulista como mandante desde o Brasileirão de 1988

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O jejum do Bahia na Série A do Brasileirão tem incomodado torcida e elenco. Já são seis jogos sem vencer na competição. A seca em casa dura cinco partidas. Mas, quando entrar em campo contra o Palmeiras, domingo (17), às 16h, na Fonte Nova, o Esquadrão terá que quebrar um tabu ainda maior. 

O tricolor não vence o time paulista em casa desde a campanha que terminou com o bicampeonato brasileiro, em 1988. São 31 anos sem triunfar sobre o Palmeiras como mandante pela Série A. 

Naquele ano, o zagueiro Pereira, em cobrança de falta, marcou o único gol do 1×0 aplicado pelo Bahia na Fonte Nova durante a primeira fase do Brasileiro. O time conquistaria o título em final contra o Internacional. 

Depois do encontro em 1988, Bahia e Palmeiras voltaram a se enfrentar mais 24 vezes na Série A. Nesse período, foram 11 partidas em Salvador: oito derrotas e três empates. O Esquadrão venceu só três vezes, todas como visitante. 

Em 1990, Charles e Naldinho garantiram a vitória por 2×1, no Parque Antarctica, pela primeira fase do Brasileirão. Mirandinha descontou para o alviverde paulista. 

Em 2002, no mesmo estádio, o Bahia voltou a superar o rival com um triunfo por 2×1. Gil Baiano e Geraldo marcaram os gols. Alexandre fez o de honra do Porco. 

A última vez que o Bahia ganhou do Palmeiras no Brasileirão foi em 2012, quando o atacante Souza fez os dois gols na vitória por 2×0, em duelo disputado na Arena Barueri. 

No histórico geral das equipes no Brasileiro, foram 42 jogos. O Palmeiras levou a melhor 21 vezes e o Bahia conseguiu superar o adversário em nove oportunidades. Outros 12 confrontos terminaram empatados. 

Este ano, Bahia e Palmeiras se enfrentaram no primeiro turno em um jogo equilibrado em que o Esquadrão arrancou o empate por 2×2 no Allianz Parque. Gilberto fez os dois do Esquadrão. 

Um dos líderes do elenco atual, o goleiro Douglas falou sobre o momento do clube e admitiu que a equipe precisa reencontrar o caminho dos triunfos o mais rápido possível. 

“Não é só a torcida que está chateada, por mais que ela pense que a gente deixou de se empenhar ou de fazer algo. Não, a gente tem se empenhado, se dedicado, sofrido por essa perda de rendimento, por esses jogos que temos tido percentual de acertos menor, de erros maior, e, por consequência, temos tido irregularidade dentro das partidas, que leva a resultados ruins. A gente continua confiante internamente, mesmo com a desconfiança da torcida, que é normal, que a gente entende, porque criou uma expectativa grande. Cabe a nós sustentar, defender essa torcida que nos cobra, que nos pressiona, mas que também nos trouxe aqui, nos apoiou”, afirmou Douglas.

Sem pistas da escalação
No treino de quarta-feira (13), o técnico Roger Machado focou nos cruzamentos e finalizações. Apesar de contar com boa parte do grupo, ele não esboçou a equipe titular e não deu pistas sobre o time que vai começar a partida. 

As principais dúvidas do treinador estão na defesa e ataque. Sem Juninho, os zagueiros Wanderson e Ernando disputam uma posição ao lado de Lucas Fonseca.

Na frente, o desfalque é o atacante Artur, convocado para a seleção sub-23 que disputa o Torneio de Tenerife, na Espanha. As principais opções são Lucca, Rogério e Arthur Caíke. O meia-atacante Marco Antônio se recupera de entorse no pé direito e ainda não sabe se terá condições de entrar em campo.  

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