Em Curaçá, Roma fala em fazer política ‘sem perseguição a adversários’

Ex-ministro diz que precisa acontecer na Bahia a mesma mudança que aconteceu no Brasil em 2018

Foto: Assessoria/João Roma

Em visita ao município de Curaçá, neste sábado (4), para acompanhar a entrega de equipamentos feita pelo governo federal, o pré-candidato a governador da Bahia pelo PL, João Roma, disse que a mudança que ocorreu no Brasil em 2018 com a eleição do presidente Jair Bolsonaro (PL) precisa acontecer também na Bahia em 2022, com uma nova forma de fazer política, sem perseguição a adversários políticos.

“Em Brasília, quando os acolhi com a bandeira de Curaçá, eu não perguntei ao prefeito nem ao vice, qual era o partido político a que eram filiados. Tem sido sempre assim a política que praticamos.

Trabalhamos para melhorar a vida das pessoas, sem olhar para qual partido está na prefeitura”, disse o ex-ministro da Cidadania. O pré-candidato bolsonarista pontuou que a perseguição a adversários é uma tônica tanto do PT, que tem a pré-candidatura de Jerônimo Rodrigues, quanto do ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil), que utiliza a estrutura da Prefeitura de Salvador para atender a interesses pessoais. “Precisamos de uma mudança de verdade”, enfatizou.

À população de Curaçá, Roma salientou que as mudanças na segurança pública, na educação e na infraestrutura virão com uma mudança na forma de fazer política, sem o ‘toma lá, dá cá’, sem o empreguismo e sem a perseguição a quem é de partido diferente. Roma apontou que, no fim, a grande prejudicada por este modelo arcaico de fazer política é a população.

O pré-candidato lembrou que, quando era ministro da Cidadania e ocorreram as fortes chuvas que causaram calamidade no sul da Bahia, ele providenciou ajuda a mais de cem municípios, atendendo a todas as cidades cujas prefeituras apresentavam pedidos por conta da calamidade ocasionada pelas enchentes. “Nenhum prefeito foi perguntado qual era o partido político a que era filiado. Ajudamos prefeitos do PT, do PCdoB, do PSB, do PDT, do escambau, mas a gente estava ajudando as pessoas, ao povo aqui na Bahia. Essa é a forma de trabalhar”, disse João Roma, apontando que essa é uma marca da gestão de Jair Bolsonaro.

“A Bahia precisa enxergar essa mudança com clareza. Não é possível que o estado brasileiro que tem o quarto maior colégio eleitoral do país viva esta condição de abandono”, disse Roma, que lembrou que os anos em que Bahia e Brasil foram governados pelo PT não proporcionaram os avanços esperados.

“Bolsonaro mostrou que é diferente. Na última eleição, ele teve apenas 24% dos votos da Bahia, não foi vitorioso na Bahia e, mesmo assim, sem olhar para isso, tratou a Bahia com respeito e com carinho”, declarou João Roma.