Brasil cai para 59ª posição no ranking de competitividade global

Brasil voltou ao patamar de 2019 em relatório do IMD. Dinamarca é o país mais competitivo do mundo

Indústria: Brasil precisa aproveitar momento de transição global e se preparar para um futuro ciclo de crescimento (Divulgação/José Paulo Lacerda/CNI)

O Brasil perdeu duas posições e ficou em 59º lugar no Anuário de Competitividade de 2022, um dos principais estudos sobre o tema no mundo e elaborado pelo IMD Competitiveness Center, da escola de administração Lausanne, na Suíça, em parceria com a Fundação Dom Cabral (FDC) no Brasil.

O Brasil segue entre as nações menos competitivas do mundo, à frente somente de África do Sul, Mongólia, Argentina e Venezuela, segundo a nova edição do estudo, divulgado globalmente nesta terça-feira, 14.

O ranking analisa 63 economias, avaliadas em termos de “sua capacidade em gerenciar fatores e competências que possibilitem alcançar um crescimento econômico de longo-prazo”.

Com o resultado, o Brasil volta ao nível de 2019. Um dos poucos destaques brasileiros foi a energia renovável, onde o país figura entre os mais competitivos (veja os detalhes abaixo). 

país mais competitivo no estudo deste ano foi a Dinamarca, que foi líder do ranking pela primeira vez nas 34 edições publicadas até agora. A Suíça, antiga líder, caiu para o segundo lugar. Completa o pódio Singapura, que subiu da quinta para a terceira colocação.

Além dos pequenos países asiáticos e nórdicos, que dominam os primeiros lugares, na lista de grandes economias que também conseguiram figurar no topo do ranking estão Estados Unidos (10º), Canadá (14º), Alemanha (15º) e China (16º).