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Empresa chinesa anuncia instalação de planta de aerogeradores na Bahia

O investimento total inicial será de R$ 150 milhões, com geração de 1,1 mil empregos diretos e indiretos

Foto: Divulgação / SDE

Maior fabricante mundial de turbinas eólicas, a empresa chinesa Goldwind Energias Renováveis escolheu a Bahia para a instalação de uma planta de aerogeradores. O anúncio foi feito pela companhia durante o lançamento da sua nova sede administrativa, em São Paulo, nesta terça-feira (8).

A indústria chinesa, que havia assinado protocolo de intenções com o Governo do Estado em março deste ano, estava para decidir a localização da fábrica entre os estados da Bahia e do Ceará.

O investimento total inicial será de R$ 150 milhões, com geração de 1,1 mil empregos diretos e indiretos. Segundo o secretário de Desenvolvimento Econômico, Angelo Almeida, que representou o governador Jerônimo Rodrigues (PT) no evento, a atração de investimentos tem sido um dos focos do governo para ampliar as possibilidades de desenvolvimento, emprego e renda para os baianos.

“O universo da neoindustrialização debruça-se sob o powershoring, ancoragem de indústrias em sites que assegurem energia limpa, abundante, segura e barata. Sim, a Bahia além de ter o melhor acarajé do mundo e um povo trabalhador e criativo, tem também o ecossistema perfeito para ser um estado competitivo para o novo mundo industrial. Com muito trabalho dos governadores Jaques Wagner, Rui Costa e agora Jerônimo Rodrigues, estamos colhendo os frutos das boas sementes que foram plantadas. As tratativas do nosso governador e o sucesso da sua missão oficial na China foram fundamentais por mais essa conquista para a Bahia”, afirmou Almeida.

Segundo o governo, além da planta de aerogeradores, a Goldwind Energias Renováveis atrairá um cluster empresarial, com todos os seus grandes fornecedores, o que colocará o estado na liderança da neoindustrialização sustentável com o encadeamento produtivo, voltada para a produção de energia limpa.

O parque de componentes eólicos será composto por, pelo menos, seis empresas, dentre as quais a SINOMA, já comprometida em se implantar na Bahia ainda neste segundo semestre.

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