
A brasileira tenta ‘quebrar a banca’ no card principal do UFC Oklahoma deste sábado (18) – Louis Grasse/PxImages
Número 8 do ranking peso-palha (52 kg), Tabatha Ricci enfrenta Fatima Kline, 11ª colocada da divisão, no card principal do UFC Oklahoma, neste sábado (18). E, por mais que as atuais posições das atletas indiquem o contrário, a brasileira desponta como grande azarão para o embate contra a americana — apontada como uma promessa em ascensão. Ciente do status de zebra, ‘Baby Shark’, como é conhecida, mira ‘quebrar a banca’ com uma vitória impactante dentro do octógono mais famoso do mundo.
Em entrevista exclusiva à equipe de reportagem da Ag Fight, Tabatha foi além e projetou um desfecho favorável pela via rápida (nocaute ou finalização). Caso concretize tal façanha e freie o ‘hype’ da rival americana, a brasileira pode se aproximar novamente de uma eventual disputa de cinturão na categoria até 52 kg. Ricci esteve perto de conquistar o sonhado ‘title shot’ na última rodada, mas acabou superada pela compatriota Virna Jandiroba em um confronto crucial para suas pretensões.
“Com certeza (nocautear ou finalizar é um diferencial). Ainda mais agora. Quero terminar essa luta o mais rápido possível para me colocar na mesma posição da luta passada. Conseguindo uma vitória impactante, já me coloca na posição que estava antes (…) Não chequei os números (‘odds’). Mas eu vi, realmente, que não era favorita (para a luta). Eu até gosto. Não ligo. Não me deixa preocupada, nada disso. Eu até acho bom, porque calo a boca de muita gente quando saio com a vitória. (Eu venço) por finalização ou ground and pound”, projetou a brasileira.
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