Luiz Marinho classificou a mudança como plenamente sustentável e factível para a economia nacional

Foto: Manu Dias/GOVBA
O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, defendeu nesta terça-feira (10) a redução da jornada de trabalho no Brasil para o limite máximo de 40 horas semanais.
Durante audiência pública na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados, o ministro classificou a mudança como plenamente sustentável e factível para a economia nacional, vinculando a proposta ao debate sobre o fim da escala 6×1.
A posição do governo foca na transição para um modelo de 5 dias de trabalho por 2 de descanso, sem que ocorra redução salarial para os trabalhadores.
Apesar de apoiar a redução, Marinho ponderou que propostas mais drásticas, como a jornada de 36 horas semanais, não seriam viáveis para implantação imediata. Na avaliação do ministério, o passo adequado para o momento atual é a consolidação das 40 horas, garantindo maior equilíbrio entre produtividade e bem-estar.
A audiência marcou o início das discussões formais sobre o tema no Legislativo em 2026. O relator da proposta, o deputado baiano Paulo Azi (União-BA), planeja realizar ao menos mais três debates públicos antes de apresentar o parecer final para votação.
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